As nossas crianças - O futuro da humanidade começa dentro de nossos lares

É com imenso carinho que falo um pouco sobre as nossas crianças. Elas são o futuro da humanidade e temos que ter consciência do potencial delas; devemos respeitá-las e colocar em prática nossos aprendizados quanto ao respeito ao próximo e amor incondicional.

No meu espaço recebo muitos pais preocupados com seus filhos e as preocupações são quase sempre as mesmas: a criança é distraída, só faz o que quer, têm dificuldades na escola, parecem viver no "mundo da lua", e lá vai uma série de características típicas das crianças de hoje... mas o que elas têm de diferente?

Essas crianças pensam de maneira diferente! Elas usam mais o hemisfério direito do cérebro... recebem de maneira intuitiva e sutil os impulsos elevados e os transformam contemporaneamente e paralelamente em muitas imagens e visões; fica difícil para o hemisfério esquerdo controlar todo esse processo. Transformar todas essas imagens e visões em palavras, às vezes, fica difícil, por isso muitas crianças têm dificuldades em se comunicar. Cada uma tentará encontrar sua forma de comunicar: algumas começarão a falar muito tarde, outros falarão tão rapidamente que acabarão atropelando as palavras e frases não se fazendo entender; os adultos não compreendem e todos podem se estressar.

Noto que um dos problemas principais em lidar com essas crianças é querer enquadrá-las em esquemas pré-estabelecidos. Queremos um mundo melhor, mas não estamos dispostos a educar nossos filhos sem enquadrá-los no que já existe. Temos que nos abrir para o novo, pois a missão deles é nos mostrar que um mundo melhor com respeito e harmonia é possível!

Essas crianças estão aqui para um planeta novo! Esse é o grande papel delas; não vieram se adaptar! Elas vieram com centros energéticos abertos e que giram perfeitamente. Precisam de respeito, paciência, limites e tempo.

A minha experiência tanto no âmbito familiar como no trabalho permite que eu dê algumas sugestões aos pais:

  1. ESCUTE SEU FILHO: "perca tempo" escutando o que a criança quer comunicar, mas abra seu coração. Pode ser que ele não queira fazer exatamente o que você programou para ele. Dialogue, não force a situação, esteja pronto para aprender com ele.
  2. NÃO ENTREGUE SEU FILHO A ALGUÉM QUE SABE MENOS DO QUE ELE!: a ignorância irrita muito essas crianças! Elas já trazem uma grande bagagem interior... hoje existem cursos para formação de babás...vale a pena investir, afinal muitas vezes as crianças passam mais tempo com a babá do que com um dos pais... os jogos devem ser específicos para cada etapa do crescimento.
  3. ALIMENTAÇÃO: aqui entra o exemplo dos pais ou de quem a criança convive durante as refeições. Se você não come verduras como pode pretender que seu filho coma? Verduras, legumes e frutas devem fazer parte da vida delas. Por favor, não exagerem no açúcar e, se é mesmo necessário, que seja açúcar mascavo. Aprenda a ler as etiquetas dos produtos que compra: evite produtos com muito conservante. E, se seu filho não quer comer carne, ao invés de ficar bravo pergunte a ele o porquê dessa decisão; você vai poder se maravilhar com a resposta! A alimentação tem que ser balanceada e variada.
  4. FALE DE DEUS: elas precisam de uma vida espiritual. Não de dogmas severos que ditam regras rígidas, mas precisam falar sobre Deus, sobre as estrelas no céu, falar de anjos. Elas adoram tudo o que é relacionado à energia que nos rodeia, pois são seres especiais. Mais uma vez, se você der atenção poderá se surpreender.
  5. LEIA ARTIGOS SOBRE CRIANÇAS ÍNDIGOS: nesses artigos encontramos sempre muitas experiências contadas pelos pais.

Seguem alguns sites que falam sobre as crianças de hoje:

  • https://www.starchildglobal.com/portuguesa/ - site espiritualista. Célia Fenn dedica-se ao estudo de crianças índigo há muitos anos.
  • https://www.keepinghouse.com.br/home/ - formação de babás.


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