Crianças Índigos e Cristais - parte 1

Crianças Índigos e Cristais - parte 1

Sempre houve na Terra, momentos de transição onde seres especiais nascem para manifestar mudanças importantes na humanidade. Desde os anos 80, estamos novamente em um período de transição de Era. Mas já nos anos 70, estudiosos notaram que um grande número de crianças apresentavam um comportamento diferente quanto à obediência, principalmente. Elas não se enquadravam naquilo que se esperava delas. Os primeiros casos de hiperatividade surgem neste período, e consequentemente, os remédios para "ajudar" os educadores e pais.

Com a Convergência Harmônica em 1987 e a Terra entrando no Cinturão de Fótons, todo o processo de transição para uma Nova Era se intensificou. Psicólogos e estudiosos comportamentais sensíveis à energia e à leitura da aura, começaram a falar nas crianças índigos, pois um grande número delas apresentava esta coloração em suas auras.

Perceberam algumas características comuns nas crianças e uma nomenclatura foi criada para facilitar a compreensão aos pais e educadores.

A psicóloga Nancy Ann Tappe foi a primeira a identificar este fenômeno.

Os 4 tipos de crianças índigos que classificou são:

1- Humanistas: vieram para lidar com muitas pessoas, servirão à massa. Médicos, advogados, professores, comerciantes e políticos são as profissões que este tipo pode escolher seguir. Hiperativos, se distraem facilmente, mas conseguem ser sociáveis. Exemplo típico destas crianças é que não adianta reclamar da bagunça no quarto deaes, para elas não incomoda e podem também passar horas lendo livros, submersos na leitura.

2- Conceituais : são crianças interessadas em projetos. Podem escolher ser: engenheiros, projetistas, astronautas , pilotos e militares. Podem ter a tendência de controlar as situações e pessoas; os meninos podem controlar as mães e as meninas, tendem a controlar os pais. Essas crianças apresentam dificuldade para serem independentes, assim na adolescência requerem uma atenção especial dos pais quanto ao uso de susbtâncias tóxicas.

3- Artista: crianças que experimentam todos os esportes, vários tipos de arte. A recomendação é não comprar os instrumentos para elas, melhor alugar, pois vão se decidir apenas na adolescência o que querem realmente. São muito sensíveis e criativos. Podem ser ótimos cirurgiões, professores e artistas.

4- Interdimensional: são aquelas crianças que com 2 anos de idade respondem aos adultos com muita segurança, sobre os mais variados assuntos. Eles costumam dizer " eu já sabia", "eu sou capaz de fazer isso sozinho" ou "não me aborreça". O risco é que cresçam vaidosos. Podem trazer como missão novas religiões e filosofias.

Infelizmente nem toda criança encontra um terreno fértil em família, elas muitas vezes não são compreendidas. Minha experiência me levou a constatar que esta geração pode ser penalizada com dois fatores, o primeiro é o tempo que os pais disponibilizam para elas. Num mundo frenético como o que vivemos os pais podem passar grande parte do tempo trabalhando e vão pensar em dar todo tipo de conforto para o filho, deixando de lado o tempo livre para ouvi-los de verdade. O segundo fator, é em relação à educação emocional, que nem as escolas nem os pais parecem valorizar.

Um grande número de crianças hiperativas têm pais também hiperativos. Adultos que passam o dia ocupadíssimos passam às crianças muitas vezes, uma energia de ansiedade.

As crianças sofrem com a falta de integração social, boas escolas, carinho e atenção.

Um mundo melhor será possível quando cuidarmos bem de nossas crianças, dando possibilidade a elas de manifestarem o potencial criativo inovador que trazem dentro de si.

Temos vários exemplos felizes de jovens que estão inovando na tecnologia, ecologia e ações sociais.

Na geração índigo, com exceção dos tipos artísticos, nem sempre eles serão muito dóceis, seguem o que creem que seja certo fazer e se algo os atrapalha podem reagir de maneira extrema.

Vieram preparar o caminho para as próximas gerações. Sabemos da existência de crianças muito sensíveis e especiais que nasceram depois dos anos 90, são chamadas de crianças cristais devido à cor de sua aura, cristalina, em cores de tons pastéis ou rosados, como madrepérola.

Essas crianças passam muito tempo sozinhas, não vivem bem em grupos e poucos entendem sua necessidade de solidão.

Melhor evitar centros comerciais ou qualquer lugar com multidão.

Lugares onde pode entrar em contato com a natureza são aqueles que elas preferem.

Muitas coisas podem influenciá-las negativamente, tais como: emoções negativas dos outros, odores fortes, certos alimentos, produtos químicos, a sensação de "estar vestido", violência e a dor e sofrimento das pessoas.

Elas costumam ter um olhar profundo, como se olhassem nossa alma. Tanto são magnéticas que atraem pessoas ao seu redor porque passam uma energia maravilhosa.

Diferem dos índigos, que possuem um ego exuberante, por serem crianças dóceis, gentis e inocentes.

Ana Nardini - out 2016